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O que penso

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Comum é tudo aquilo que é normal, cotidiano. Simples.
Comum é o que é compartilhado, comum a todos. Comunidade.
Comum é discordar, debater. Escutar quem pensa diferente. Buscar pontos em comum. Comunicação.
Comum é entender que divergência e oposição servem para aprimorar uma ideia.


O que nunca pode ser comum é odiar alguém por sua origem, crença ou orientação política. Não pode ser comum desqualificar pessoas, discursos ou ideias apenas por serem diferentes. Intolerância não é comum.


O Brasil tem pela frente desafios incomuns, que só serão superados se focarmos no que temos em comum: o desejo de mudança, o sonho de ser feliz, o direito de viver de acordo com as próprias convicções.
Para que isso aconteça, precisamos, de comum acordo, assumir a responsabilidade pelo nosso futuro. Entender que a política só vai funcionar para as pessoas comuns quando as pessoas comuns estiverem na política.


Pessoas comuns como nós. Que não nos sentimos acima dos outros. Que sabemos que ninguém merece privilégios, não importa o sobrenome que tenha ou o cargo que ocupe.
Tudo isso pode até soar lugar comum, mas é a mais pura verdade. Se o país é de todos, a política também tem que ser.
Por isso, luto para termos voz, fortalecer nossa democracia, acesso a educação equitativa de qualidade, com muita inovação e empreendedorismo, para que pessoas comuns possam se tornar políticos fora do comum.

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