“Corria o ano de 1952. A cidade não passava de um amontoado de casas de madeira e ruas descalças, tomadas por caminhões, ônibus, automóveis, carroças, gente para todo lado. Em meio ao grande burburinho dos que chegavam em busca de oportunidades, Maringá recebia um jovem paulista determinado a radicar-se na terra vermelha, cujo nome faria história na vida do pujante município fundado pouco antes.”
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Este é um pequeno trecho do primeiro capítulo do livro “A sombra dos Ipês da Minha Terra”, o qual relata como tudo começou em nossa amada Maringá e a relação com meu avô Anníbal Bianchini.
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É de chamar atenção que em uma época onde tudo era praticamente terra batida, poeira e mata virgem, os pioneiros chegavam e acreditavam em um futuro próspero nesta terra.
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Precisamos ser sempre visionários, acreditar em nossa terra, vislumbrar um futuro onde ninguém vê. Apostar em novas tecnologias, acreditar em novas ideias, foram pessoas novas que viram a Nova Maringá.
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É tempo de renovar, de acreditar que nossa cidade pode ser melhor do que já está. Sempre há espaço para a inovação e para nos tornarmos referência em nosso país e mundo.

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